Comunicação

03 de outubro de 2018 | 15:48

SINTEGO realiza audiência na Secretária Municipal de Governo

A diretoria do SINTEGO esteve na manhã desta quarta-feira (03/10/2018) no Paço Municipal de Goiânia para uma audiência com o secretário de governo, Paulo Ortegal, com o objetivo de discutir pautas fundamentais para a Educação como o Piso Salarial dos Professores, pagamento das progressões e a prorrogação do concurso público de 2016.

O secretário de Governo informou, durante a audiência, que o concurso público de 2016 não foi prorrogado, pois a Secretaria Municipal de Educação considerou que não existe mais déficit de servidores. Segundo ele, mais de 1.800 pessoas foram convocadas e, dessas, cerca de 265 estão pendentes com questões burocráticas. A presidenta do SINTEGO, Bia de Lima, afirmou que o SINTEGO irá fazer um levantamento próprio para verificar essa informação de déficit sanado na Prefeitura, já que nas escolas e Cmeis existe uma grande reclamação de falta de profissionais e o secretário de Governo havia dito em audiências anteriores que o concurso seria prorrogado. “Mesmo com o grande clamor dos professores e administrativos não ter o concurso prorrogado é um prejuízo,” observou Bia.

Já sobre o pagamento do reajuste dos professores, o secretário Paulo Ortegal afirmou que é necessário retomar as negociações com o prefeito Iris Rezende. “Não posso afirmar que vai pagar o piso ou não, vocês precisam retomar o diálogo com o prefeito”, disse ele.

A presidenta do SINTEGO então, afirmou que o sindicato tinha o compromisso do prefeito quanto ao pagamento do reajuste. “Nós tínhamos o compromisso do prefeito nesse sentido. A categoria se sente penalizada e excluída, visto que, todas as demais categorias terão reajustes e só o professor não. Isto é uma retaliação por não concordarmos com a Reforma da Previdência. O sentimento que fica é de que a intenção sempre foi não pagar”, ressaltou ela.

Uma nova audiência com o prefeito Iris Rezende ficou pré-agendada para depois do período eleitoral. O SINTEGO reitera que continuará lutando pelo cumprimento dos direitos, previstos em Lei, para a categoria. “O reajuste do Piso Salarial é um direito legítimo e legal dos professores, não vamos abrir mão”, afirmou Bia de Lima.




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