Comunicação

06 de junho de 2019 | 15:51

Sindicatos CONTRA reajuste do Ipasgo

 

A presidenta do SINTEGO, Bia de Lima, participou na manhã desta quinta-feira (06) de uma reunião do Fórum Estadual em Defesa dos Serviços e Servidores/as Públicos de Goiás, com o presidente do Ipasgo Silvio Fernandes.

Na ocasião, foram discutidos os problemas e desafios do plano de saúde para prestar um bom atendimento aos/as servidores/as em todo o estado, com melhorias nas áreas administrativa e assistencial do plano, ampliando a rede de oferta de prestadores de serviços de saúde, especialmente, no entorno do DF, norte e sudoeste do estado.

Além destas questões, o assunto principal foi a solicitação de reajuste que o presidente apresentou ao CDI-Conselho Deliberativo do Ipasgo, na semana passada, argumentando a necessidade de aumentar 21% nos valores que os agregados pagam ao plano de saúde.

Após ampla discussão das entidades sobre os problemas que vive o Ipasgo como: falta de auditorias, aditivos exorbitantes na construção do hospital do Servidor Público, desvios e má conduta na gestão do plano, débitos que o governo tem com o Ipasgo que somam mais de R$ 300 milhões, entre tantos outros fatos que geram problemas seríssimos na saúde do plano, os dirigentes sindicais, em posição unânime, afirmaram ao presidente do Ipasgo que enquanto estes pontos não forem resolvidos não é possível acatar os reajustes de alíquota para os/as servidores/as e agregados/as.

“Não é justo! Afinal, o governo além de dever milhões ao plano de saúde dos/as servidores/as, até hoje não terminou de pagar o salário de dezembro e nem concedeu os reajustes por direito aos/as trabalhadores/as. Estes aspectos teriam impacto direto na arrecadação do Ipasgo e nos dados atuariais. Sem ter uma proposta da gestão acerca destes pontos não é possível empurrar para os/as servidores/as esta conta, sem discutir a fundo e obter uma proposta alternativa”, disse a presidenta do SINTEGO, Bia de Lima.

“Nós somos contra esse reajuste que está sendo solicitado para o plano de saúde, visto que até hoje não recebemos o dezembro/18 total e nem mesmo os reajustes que nossa categoria tem direito foi concedido. Não é justo querer aumentar ainda mais os custos para os servidores que estão atolados em dívidas por falta do governo não honrar com seu compromisso e desrespeitar os direitos básicos da categoria”, completou ela.




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