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29 de outubro de 2018 | 19:56

Profissionais do ITEGO Basileu França entram em Greve

Sem receber o salário de setembro e sem perspectivas de receber outubro, os profissionais que atuam no Instituto Tecnológico do Estado de Goiás (ITEGO) em Artes Basileu França e em outros ITEGOS e possuem contrato de trabalho com a organização social Centro de Gestão em Educação Continuada (Cegecon), deliberam na assembleia por entrarem em Greve por período indeterminado. 

A assembleia, que aconteceu na tarde desta segunda-feira (29/10) e teve a participação do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (SINTEGO), definiu por pauta além do pagamento dos salários os profissionais do Basileu França e não aceitar nenhum tipo de demissão. 

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (SINTEGO) está representando os profissionais que atuam no ITEGO Basileu França e que possuem vínculo empregatício com a Cegecom e além de apoio as mobilizações e ações de greve, também entrará com representação na Justiça e no Ministério Público afim de solucionar a questão dos atraso salariais e para evitar as demissões, que inviabilizariam o funcionamento a instituição que presta ensino profissionalizante em artes em Goiás. 

“Vamos lutar para que o Governo de Goiás pague o que está atrasado e para que não tenha nenhuma demissão,” afirmou na assembleia a presidenta do SINTEGO, professora Bia de Lima.

Na assembleia também foi agendada a próxima mobilização que tem por intuito esclarecer a sociedade da situação que se encontram os/as professores/as e os/as administrativos/as da instituição de ensino. Na próxima quarta-feira (31/10) os profissionais do Itego Basileu França se organizarão na Praça Cívica,  à partir das 8:00 horas da manhã.  

“É importante a sociedade estar ciente que os profissionais que atuam no Basileu França estão com seus salários atrasados há dois meses, estão sem receber seus direitos trabalhistas e estão com seus empregos ameaçados. São professores/as e profissionais administrativos que necessitam do salário para sobreviver, pois já prestaram seus serviços ao Estado de Goiás e na hora de receber seus salários estão sendo prejudicados. Convocamos toda a sociedade goiana na defesa do Basileu França” afirmou a presidenta do SINTEGO, professora Bia de Lima