SINTEGO exige punição exemplar para agressores/as de trabalhadores/as da Educação

A realidade dos/as trabalhadores/as da Educação é marcada por ataques físicos, psicológicos, verbais e, sobretudo, pela desvalorização salarial, pela falta de reconhecimento social e queda na busca por cursos de licenciatura.

As agressões não partem apenas dos governos, mas também de familiares e até mesmo de alunos/as, o que reforça a necessidade de medidas urgentes de proteção. Esse tema foi pauta, nesta segunda-feira (25), de entrevista concedida à TV Serra Dourada.

O SINTEGO tem acompanhado de perto casos de violência contra a categoria. Em situações recentes, uma professora foi agredida com uma chinelada no rosto e, na última sexta-feira (22), uma professora de Valparaíso foi brutalmente esfaqueada por uma aluna.

“Precisamos de punições mais severas para quem agride os/as profissionais da Educação. Não podemos mais tolerar esse cenário de insegurança e desrespeito”, destacou a presidenta do SINTEGO e deputada estadual, Bia de Lima.

Dados do Instituto SEMESP reforçam a gravidade da situação: 78% dos/as professores/as já pensaram em abandonar a profissão. Entre os principais motivos estão a desvalorização, a falta de reconhecimento, a indisciplina dos/as alunos/as e a insegurança vivida diariamente em sala de aula.

O sindicato segue mobilizado, oferecendo apoio às vítimas e estudando formas de fortalecer a luta por mais proteção e valorização da categoria.